Cooperação Técnica Brasil – Workshops de conclusão dos estudos das estações Central do Brasil (RJ) e Palmeiras-Barra Funda (SP)

Cooperação Técnica Brasil – Workshops de conclusão dos estudos das estações Central do Brasil (RJ) e Palmeiras-Barra Funda (SP)
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Bruno Almeida Maximino
CODATU
Chargé de coopération Brésil (2017-2019)
CODATU News Monday 21 January 2019

No âmbito das cooperações técnicas com os Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, dois estudos de pré-viabilidade para a transformação das estações Central do Brasil, no Rio de Janeiro, e Palmeiras-Barra Funda, em São Paulo, em estações de nova geração são financiados pela Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD). Os estudos estão em desenvolvimento pelo consórcio EgisArep desde abril de 2018. A CODATU garante um acompanhamento técnico dos estudos.

Neste contexto, na semana de 10 de dezembro de 2018, foram realizados dois eventos para apresentação da terceira e última etapa de ambos os estudos. A Missão 3 consiste no detalhamento de um dos cenários propostos na Missão 2 e na proposta de um Plano de Ação contemplando recomendações para implantação, custo total estimado do projeto, arranjos institucional e financeiro recomendados, faseamento e principais dificuldades a se prever.

Na reunião no Rio de Janeiro, realizada no dia 10 de dezembro de 2018, foi apresentado o cenário com as últimas modificações em locais precisos do entorno da Central do Brasil, como o Túnel João Ricardo, os terminais de ônibus e o Centro Popular Leonel Brizola. O Plano de Ação permitiu enxergar com mais clareza a situação de cada parcela da área de intervenção proposta e os esforços financeiros e de governança necessários para o sucesso do projeto. Além disso, foram apresentadas as primeiras estimativas de custos de implantação e de receitas de operação, assim como os pontos de atenção e recomendações para as fases seguintes do projeto.

Perspectiva do entorno da Estação Central do Brasil (à esquerda) e apresentação do Plano de Ação (à direita)

O workshop em São Paulo ocorreu no dia 12 de dezembro de 2018. A ocasião permitiu apresentar as perspectivas do projeto da estação Palmeiras-Barra Funda levando em conta as escolhas realizadas em setembro, como o telhado fotovoltaico da “rua comercial” e a rampa e a escadaria do acesso norte. Também foi destacada a proposta cicloviária, conectando as ciclovias já existentes e ofertando bicicletários na estação. O Plano de Ação trouxe propostas de governança do projeto, além do faseamento das intervenções por áreas. Por último, foram apresentados o CAPEX estimado, os riscos, assim como alguns pontos de atenção para o seguimento do projeto.

Perspectiva da Estação Palmeiras-Barra Funda (à esquerda) e apresentação do cenário final (à direita)

Nos dois workshops, foi ressaltada a importância da definição de uma estratégia de longo prazo e a consolidação da mesma num Plano Diretor. Os estudos de pré-viabilidade ajudarão os decisores públicos a avaliar a pertinência de se prosseguir com estudos de viabilidade, mais detalhados, para ambas as estações.

>> Ajuda-memória da reunião técnica no Rio de Janeiro <<

>> Ajuda-memória do workshop em São Paulo <<

Partenaires associés

Governo do Estado do Rio de Janeiro

La
planification et la gestion des transports urbains de la Région Métropolitaine du Rio de Janeiro sont sous la responsabilité du Secrétariat d’État aux Transports (SETRANS), de l’Agence Régulatrice des Services Publics Concédés de Transport Maritime, Ferroviaire et Routier de l’Etat de Rio de Janeiro (AGETRANSP) et de la Chambre Métropolitaine, attachés au Gouvernement de l’État du Rio de Janeiro.

Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

Secretaria dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo

Le
Secrétariat aux Transports Métropolitains de l’État de São Paulo (STM) est l’entité responsable de la planification et de la gestion des transports urbains ferrés et des bus inter-municipaux dans les régions métropolitaines de l’État de São Paulo.

 

Agence Française de Développement (AFD)

L’Agence Française de Développement (AFD) agit depuis soixante-dix ans pour lutter contre la pauvreté et  favoriser le développement dans les pays du Sud et dans l’Outre-mer. Au moyen de subventions, de prêts, de fonds de garantie ou de contrats de désendettement et de développement, elle finance des projets, des programmes et des études et accompagne ses partenaires du Sud dans le renforcement de leurs capacités.

Les transports constituent un secteur d’intervention traditionnel de l’AFD. Sur la période 2001-2005, l’Agence a mobilisé environ 164 M€ par an en moyenne pour la mise en œuvre de projets dans le secteur des transports (en incluant les projets de développement rural et urbain comportant des activités de transport).

Egis

Egis est un groupe international d’ingénierie, de montage de projets et d’exploitation. En ingénierie et conseil, il intervient dans les domaines des transports, de la ville, du bâtiment, de l’industrie, de l’eau, de l’environnement et de l’énergie. Dans les domaines routiers et aéroportuaires, son offre s’élargit au développement de projets, à l’investissement en capital,  au clé en main d’équipements et à l’exploitation.

AREP

Créé en 1997 au sein du groupe SNCF par Jean-Marie Duthilleul et Etienne Tricaud, architectes et ingénieurs, le groupe AREP conçoit les espaces fréquentés par les foules à toutes les échelles, du grand territoire métropolitain à celle du mobilier public, du bâtiment à celle du quartier de ville.

L’activité d’AREP repose sur une capacité reconnue de conception et réalisation des lieux du mouvement accueillant des usages complexes en milieu urbain dense avec de forts enjeux techniques et patrimoniaux que constituent aujourd’hui les gares multimodales. Fort de ce savoir-faire, AREP peut aborder efficacement d’autres programmes recevant du public.

Avec une équipe de 900 personnes, comprenant plus de 30 nationalités et constituée d’architectes, d’urbanistes, de designers, d’ingénieurs, d’économistes, de programmistes et de conducteurs d’opérations…, AREP développe ses savoir-faire dans tous les domaines de la ville et du bâtiment : pôles d’échanges et gares ferroviaires, équipements et espaces publics, bureaux, hôtellerie et logements, centres commerciaux, bâtiments techniques.